O original das informações aqui traduzidas se encontra no site da publicação Britânica
*http://www.schnews.org.uk/archive/news436.htm
SchNEWS , número 436, do dia 9 de Janeiro de 2004 –
Caro Marcos Moraes,
Um ano após escrever (carta #1, carta #2) a você sobre a Anual da FAAP volto a escrever-lhe. Como ex-aluna da FAAP e como uma artista que trabalha primeiramente em revelar os véus que encobrem as relações de construção do imaginário coletivo e suas apropriações por interesses corporativos. Notei que esse ano a FAAP mais uma vez produziu o Calendário Bayer. Continuo insistindo em que a escolha de uma empresa deveria passar por uma análise da função social dessa empresa. Essa análise deveria envolver elementos mais amplos do que apenas a oferta de empregos e a sua participação na comunidade através do patrocínio de arte, esportes, etc.
Recentemente encontrei notícias bastante perturbadoras sobre essa empresa e acredito deva trazer essa informação à sua atenção bem como a artistas, estudantes, curadores, ativistas, agricultores, professores e as pessoas em geral. Na esperança que talvez no próximo ano se reconsidere o uso desse logo em conjunção com a produção de jovens artistas, que ainda estão formando a sua visão de mundo e do papel que as artes devem ter no contexto geral das relações entre as pessoas.
Traduzo agora apenas a parte do texto que fala da história dessa empresa: